A inveja de Deus, uma atitude destrutiva que adotamos, mas não percebemos.

O que seria a inveja de Deus?

Inveja, é uma atitude de não ver, instigada pela vontade, ou traduzindo melhor, é a vontade de uma pessoa utilizada para não ver. Mas não ver o que? Por que nos esforçamos tanto, para deixar de ver algo? Então como o próprio nome do texto diz, inveja de Deus, significa, o esforço que empreendemos em nossas vidas, para não enxergar o divino. Como Ele é a fonte da realidade  que cria a nossa psique, formando-a, podemos dizer que a inveja de Deus é uma  luta contra a nossa própria sanidade.

São Tomás de Aquino dizia que a inveja era invedere, ou seja, não querer ver. Também dizia  que  a alma humana só se alimenta da caridade que é o amor, e esse amor vem diretamente do nosso contato com Deus. Quem ama vive, mas quem não ama permanece na morte, e para amarmos precisamos de Deus.

Viver é amar, e amar significa proximidade com Deus.Quando nos recusamos aproximar-nos Dele, através do orgulho,  nos esvaziamos do amor. Quando morremos para o amor, o nosso coração se enche de ódio. O ódio é a ausência do amor, é o ato de rejeição ao amor. Ódio significa afastamento, é a vontade usada para rejeitar Deus.  Então podemos dizer que o ódio aparece quando recusamos nos aproximar de Deus, devido ao nosso orgulho, que estimula a nossa vontade a não percebê-Lo, e esse ódio nos leva a uma atitude de inveja do criador.

Então o orgulho nos leva a não perceber Deus na nossas vidas, o que nos leva a não crermos em sua existência. Isso cria em nós, uma atitude de afastamento do divino, destruindo a nossa fé, nos afastando dos seu amor. Como o seu amor cessa de se refletir em nós, se cria uma ausência de Deus em nossos corações, enchendo-o  de ódio.  Esse ódio começa a se traduzir em atitude de inveja, mas uma inveja voltada ao criador. Essa é a inveja de Deus. Sem perceber, nos enchemos desse ódio a Ele e a tudo que o representa na criação. Criamos uma verdadeira ojeriza a Ele. Não suportamos vê-lo. Simplesmente o desprezamos. Lembram aquela passagem da bíblia, onde os demônios perguntavam a Cristo, por que Ele os torturava tanto? Essa atitude de rejeição em vê-Lo, se torna invisível para nós, mas por isso mesmo, nos domina em muitos aspectos.

Essa inveja de Deus faz parte da nossa personalidade em todos os momentos da nossa existência, mas não a percebemos. Talvez seja a atitude mais difícil de ser percebida, pois ela é uma atitude e não um sentimento, e só conseguimos percebê-la pelos nossos atos e seus resultados. Talvez seja muito difícil de percebê-la pelo fato do ódio ser uma atitude de rejeição, uma rejeição de algo que existe. E quando rejeitamos algo que existe, só nos sobra o que não existe, uma atitude de rejeição. O NOSSO IMENSO ÓDIO POR DEUS, É PRATICAMENTE INVISÍVEL A NÓS. Nós quase não o enxergamos, e ninguém está livre dele. Por isso, somos criaturas indignas de Deus, pela baixeza da nossa atitude, na falta de amor. Agimos o tempo todo contra as coisas boas que Ele nos deu, destruindo-as. E só podemos ter uma comunhão com Ele, devido à sua compaixão. Esse é o verdeiro alimento da vaidade.

Por isso, temos a tendência a nos considerarmos seres muito bons, pois perdemos a real visão do bem, quando adotamos uma atitude invejosa que nos afasta Dele. A consciência das nossas falhas vem diretamente do nosso contato com a infinitude de Deus, e se nos afastamos dele, devido a nossa atitude de inveja, não nos percebemos mais.  Então toda a pessoa que se acha santa, se afastou demais de Deus levando-a à loucura. Cristo dizia que os últimos serão os primeiros, e era a isso que Ele estava se referindo. Quem se acha menor que os outros, é porque se aproximou muito de Deus, e quem se acha muito bom, é porque não O aceitou.

Só com a descrição feita acima, percebemos claramente, que o fato de uma pessoa não acreditar em Deus, mostra uma personalidade invejosa e perturbada, pois está em franca luta contra com sua percepção mais imediata, contra a realidade que a forma, levando-a a uma atitude psicótica, fora da realidade. Ela altera suas percepções, através das suas fantasias de grandeza. É lógico que hoje nós acreditamos em um Deus cristão, devido à revelação.

Para dar um exemplo, todos nós sabemos que existem valores reais que existem antes de todos nós nascermos, não inventado por nós, que temos que aceitar. Sabemos do valor da honestidade, bondade, do trabalho, da humildade, do respeito e assim por diante. Mas como não aceitamos ver esses valores divinos tal como eles são devido a nossa inveja do criador, começamos a pervertê-los, transformando-os em nossas mentes, nos levando a crer que a honestidade, a mentira, a falsidade, a maldade são muito mais vantajosos para nós. Não aceitamos ver os valores como eles são, pois vêem diretamente de Deus, e os deformamos. Então achamos que ser desonesto é melhor do que ser honesto, ser agressivo é melhor do que ser bondoso, ser preguiçoso é melhor do que ser esforçado. E todos nós sabemos que essas atitudes nos levam à angústia, desespero e tristeza. O brasileiro é um povo muito invejoso, pois acredita que o jeitinho, a malícia, a infidelidade, e principalmente a DESONESTIDADE são muito vantajosos. É por isso que não adianta mudar os políticos do congresso, pois é uma característica básica nossa. Vou dar alguns exemplos de atitude invejosa que adotamos no nosso dia a dia:

- NA ESCOLA: Preferimos ficar na preguiça, desrespeitar os professores, colar nas provas, do que estudarmos. Pervertemos a valor do esforço no estudo, humildade e hierarquia. Quem perde? Somo nós, que emburrecemos.

- NO TRABALHO: Preferimos enrolar o trabalho, não levá-lo a sério, fugir das responsabilidades, sacanear os colegas, roubar a empresa, fazer o mínimo possível, sabotar os clientes dela, fazer de tudo para prejudicá-la, sem se importar com os resultados, detonar o chefe. Pervertemos o valor do trabalho. Quem perde? Somos nós, que não evoluímos no trabalho. Ou ainda, os donos de empresas, que dão passos maior que as pernas, tomando atitudes que todos sabem que vão fali-la, desprezando o valor natural da humildade. Quem perde, a empresa e seus donos que irão falir. Aqui podemos relacionar bem prosperidade, falência com a inveja que sentimos de Deus. Lembram que Cristo disse para procurar primeiro o espiritual, e o resto seria dado por acréscimo? Era isso que Ele queria dizer. Quando calcamos nossas atitudes na humildade, automaticamente valorizamos o que a vida tem de valor, nos levando ao sucesso.

- NO LAR: Agredimos nossos pais, abandonamos os nossos filhos, traímos a esposa ou o marido, falamos mal dos membros da família. Pervertemos o valor da paciência, da fidelidade, e da compaixão. Com essas atitudes, destruímos o nosso lar.

- NO GOVERNO: Roubamos tudo o que tem direito, lutamos somente por nossos interesses, queremos cada vez mais poder para poder roubar, prejudicar e infligir sofrimento ao próximo. Destruímos o valor da honestidade. Podemos relacionar aqui, a inveja, com corrupção, recessão, ditadura e totalitarismo. Quem perde? Todos.

É fácil perceber, que a atitude de inveja de Deus, que surge do nosso ódio por Ele, é que nos leva à angustia, aflição, tristeza, algumas fobias, e algumas doenças.

São Tomás de Aquino afirmou que as filhas da inveja são a murmuração, a detração, a exultação pela adversidade e a aflição pela prosperidade do outro. Mas ele se referiu à inveja de uma pessoa em relação a outra pessoa, e não em relação a Deus.

Nós desenvolvemos primeiro um ódio por Deus, que se traduz em uma atitude de recusa em enxergá-lo aonde quer que Ele esteja, e só depois adotamos as atitudes mencionadas por São Tomás de Aquino. Então quando murmuramos contra alguém, acusamos alguém falsamente, ficamos felizes quando os outros se dão mal ou nos entristecemos quando os outros se dão bem, não queremos atingir somente a pessoa diretamente, mas  principalmente  a Deus. Uma ofensa a uma outra pessoa, é antes de mais nada, uma ofensa diretamente a Deus. Por isso, quando nos confessamos, pedimos perdão a Deus pela ofensa ao nosso semelhante, porque ela foi feita primeiro a Ele. Para os mais espiritualizados, basta enxergar a atitude do demônio em relação a nós. Ele tenta nos destruir para tentar atingir Deus. Tentar destruir o nosso próximo, é tentar destruir o próprio Deus e suas criaturas.

Essa visão da inveja voltada diretamente a Deus, foi desenvolvida pelo professor Norberto Keppe, e foi um dos pontos altos do seu trabalho, que infelizmente, descambou para uma teologia falha. Ele tentou substituir a religião pelo método científico psicanalítico na busca da sanidade do ser humano. Segundo ele, bastava a pessoa perceber os seus problemas em análise, e agir no bem, para que a pessoa se equilibrasse. Ele teve uma fé profunda na ciência psicanalítica, e quis trocar a religião por ela. Mas isso não é um fato isolado, e a ideia embutida na origem da psicanálise, é justamente essa que é a tentativa de substituir a “ignorante e retrógrada religião” por um método desenvolvido pelo homem, científico, moderno e “sábio”. Na nossa sociedade, muitas pessoas abandonaram a religião, e se sentindo vazias, procuraram nos consultórios psicanalíticos a solução para seus problemas espirituais e é óbvio, não preciso nem dizer, que isso é IMPOSSÍVEL. O problema é que ele não entendeu que NADA SUBSTITUI A DEVOÇÃO. É dela que extraímos a nossa sanidade.

Na tentativa de construir uma nova forma de ver a vida, tudo o que ele conseguiu  construir foi uma teoria herética, uma mistura de gnosticismo, pelagianismo e encarnacionismo, todos juntos.E essa pseudo teologia desenvolvida por ele, só pode ter feito um pouco de sucesso aqui no Brasil, onde a sociedade é inculta ao extremo, e aceita qualquer ideia que chega até ela. Simplesmente não consegue analisar as ideias como deveriam.  Eu participei desse trabalho quase durante 30 anos, de forma bem leve para minha sorte, e posso afirmar com toda a certeza, que a psicanálise de um modo geral, leva as pessoas inexoravelmente a uma atitude fora da realidade, por justamente tentar trocar a religião pelo método analítico. Foi diante desse problema que se apresentou a mim durante 30 anos, o motivo do porquê eu quis reconstruir a psicanálise, colocando-a no seu devido lugar. Temos que colocar esses analistas malucos, cheios de si, no seu espaço apropriado. Essa ideia de abandonar a teologia, a filosofia, trocando-a pela a ciência foi amadurecendo em nós na idade moderna e depois com o iluminismo, o chamado século das luzes, que culminou na nossa sociedade decadente,  pronta para se destruir.

A psicanálise atua no nível intelectual, pois você fica ciente dos seus problemas através do raciocínio, mas isto não te dá percepção profunda de si mesmo diante de Deus. Então a chance que você tem de mudar de atitude somente vendo o que está errado, sem ser acompanhado por uma sentimento profundo de arrependimento, é bastante limitada. O que vemos nos consultórios, são pessoas polindo suas máscaras sociais, pois percebem os problemas, mas têm pouca força para reagir, e se sentindo constrangidos pelo problema que percebem, tentam aparecer melhor diante dos outros. Mas a mudança real, profunda, que surge da nossa aproximação com Deus, acontece de forma tênue, principalmente na fase inicial. A psicanálise não fornece um caminho suficiente para uma mudança real.

A psicanálise desenvolvida pelo professor, levava muito a sério a visão dos próprios problemas, e as pessoas que frequentavam aquela psicoterapia, eram confrontada de forma agressiva com os próprios problemas, a ponto de desconcertar qualquer um. E o resultado, não podia ser pior. No começo, a pessoa até melhorava, como em qualquer análise séria, pois todos nós carregamos o amor refletido de Deus em nós. Mas passado algum tempo, a pessoa começava a entrar em uma fissura tão grande com a própria teoria analítica, e acabava  intelectualizando todos os problemas que ela tinha. Só que inelectualizar, não é perceber. A pessoa ficava pensando que esse era o caminho para Deus, e abandonava a própria percepção imediata da realidade, destruindo a própria inteligência. Isso chagava a tal ponto, que induzia as pessoas a uma psicose, tirando-as completamente da realidade. Imagine-se sendo julgado o tempo todo por seus atos, como se isso resolvesse alguma coisa. Ele pensou que estava ajudando as pessoas dessa forma, mas na verdade ele abriu uma filial do inferno aqui na Terra.  Como a pessoa se destruía com esse método, criava uma insegurança enorme em quem frequentava aquele tipo de análise, criando uma formidável dependência do analista. Para ele, era bom pois alimentava o próprio ego. Isso para vocês verem, como é perigoso colocar a própria vida nas mãos de outros seres humanos. Eu e muitos outros chegamos no precipício da loucura, mas eu me consertei através da religião. E é essa experimentação, que eu estou refletindo nos meus trabalhos. E em maior ou menor grau, todas as análises têm esse defeito em sua origem. Se o seu analista está concluindo as coisas para você, não está fornecendo as bases de onde ele tirou as afirmações que ele faz, não te mostra outras fontes de informação que não sejam somente as deles, se ele não estimula sua percepção imediata, força você a acreditar na sua inteligência, se você sente que está dependente da opinião dele para tomar as suas decisões, SE VOCÊ NÃO SE COLOCOU EM MOVIMENTO EM DIREÇÃO AO BEM,  está na hora de você fugir o mais depressa desse maluco. Ele está querendo brincar de Deus em cima de você, e com certeza,  o levará para o abismo.

Então a psicanálise de um modo geral, leva a pessoa a um afastamento de Deus, quando se propõem a ser um substituto da religião, enlouquecendo as pessoas. É óbvio que quando ela se torna mais prática, se afastando da teorização infinita, levando as pessoas a tomarem uma atitude no bem, como por exemplo, ajudar uma alcoólatra a largar o vício,o desenvolvimento do senso artístico, entre outras medidas,  se torna um fator de aproximação de Deus. Mas é como eu disse anteriormente, a pessoa que consegue melhorar, já tem uma capacidade de perceber Deus inata nela, e dependendo do nível de percepção que ela possui, pode com ajuda externa, se libertar do vício. Mas somente a ação, sem um aprofundamento espiritual, é sempre um tratamento limitado. É preciso dar uma motivação interior para a mudança de atitude, e não somente ficar em atitudes externas que se esvaem com o tempo. É óbvio que se ela se afundou na bebida por exemplo, é porque se afastou muito da percepção de Deus, e quis viver suas loucuras de grandeza, e é necessário que ela tome ciência e depois consciência dos seus problemas espirituais para melhorar.  Agora, o máximo que psicanálise cristã pode fazer, é mostrar o caminho, mas a última palavra tem que ser da pessoa que quer melhorar. Nem Deus, consegue mudar a vontade do ser humano, pois tem o livre arbítrio. Não existe mágica na psicanálise cristã, e ela só aumenta as chances de uma pessoa melhorar.

Continuando a falar do  professor, ele tomou uma atitude de profunda arrogância perante todo o conhecimento deixado diretamente por Cristo, e pessoas extremamente inteligentes e capacitadas que passaram pela igreja católica por mais de 2000 anos. Essa atitude de achar que criou a solução para todos os problemas da humanidade, não é novidade nenhuma na história humana. Outros fizeram isso antes dele, como Descartes, Hegel, Marx, Freud, e vimos bem de perto o resultado de tudo isso. Infalivelmente, essa postura sempre nos leva a uma destruição do legado que Cristo nos deu.

Mas como se diz, não há trabalho que não se possa aproveitar alguma coisa, o professor teve alguns momentos de grande percepção. A percepção da inveja de Deus, a Teomania(que na verdade ele deu como um sinônimo para o orgulho, e eu que mostrei que ele surge como consequencia da inveja e da vaidade), a fusão do método analítico do Freud com a interpretação dos grandes Santos da igreja católica sobre os problemas humanos são os seus momentos de vitória. O problema é que se esqueceu que consultório de analista deixa as pessoas cientes dos seus problemas, mas não é o suficiente para a pessoa melhorar, pois a verdadeira consciência dos nossos erros de atitude, só podem ser enxergados com a nossa real proximidade de Deus. Não se esqueçam, que não há maior  ação do que a religião. Quando por exemplo, rezamos, estamos praticando a ação mais próxima do amor possível, e dessa ação surge a percepção da nossa pequenez diante do divino. Por isso, quando Cristo veio para a Terra, Ele não fundou uma escola de psicanálise, mas ensinou como devemos AGIR, para  podermos melhorar a nossa atitude. É da devoção, que desenvolvemos a consciência dos nossos erros, e que meditamos sobre o amor divino, nos estimulando amá-Lo de volta. Nossa Senhora disse que a graça de Deus se dá somente através dos sete sacramentos da igreja católica, e e nenhuma outra religião pode por exemplo, transformar a hóstia no corpo de Cristo. Isso acontece, porque essa foi a igreja que Ele deu a vida para fundar, e Ele não admite que haja filiais. É uma mentira satânica essa de que os cristianismos se parecem, então tudo bem, qualquer religião serve. A aceitação que a igreja católica faz das outras religiões, é só quando a ignorância é invencível, mas nunca a graça se revelará por inteiro a elas. Não é só uma questão de salvação na próxima vida, mas como Ela mesmo diz, quando nos aproximamos de Deus, é que percebemos os desígnios de Deus para a nossa vida, o sentido que Deus dá a ela, e só esse tem valor. O maior meio de nos aproximarmos de Deus, é através da devoção a Nossa Senhora, que é a mediadora do mediador, mas para chegarmos a Ela, precisamos dos sete sacramentos. Não é a psicanálise que vai fazer isso por nós, como o professor ensinava. Essa postura racionalista diante da vida, é uma ilusão que só nos leva à loucura.

Por isso, resolvi aprimorar a psicanálise cristã, para poder resolver os problemas que eu estudei por 30 anos. A psicanálise no fundo, quer descobrir através da ciência, fatos sobre a alma humana, que a igreja já conhece a dois mil anos. Por que então, não assumir ela como a base do tratamento? Já estaríamos no ápice. Resumindo, a psicanálise cristã, é somente um degrau na direção do bem, uma forma de ajudar as pessoas necessitadas, mas sem se colocar como o objetivo final da melhora. É nela, que a pessoa poderá conversar sobre os seus problemas detalhadamente, e analisá-los com calma junto com os seu analista, a sua situação espiritual. Isso a igreja não tem como fazer e padre não é analista. Ela tem como objetivo ajudar a pessoa no seu desenvolvimento pessoal espiritual. Ela também adota todas as atividade benéficas, que levem as pessoas a agirem contra os seus problemas, transformando-a em uma análise muito prática, mas sempre procurando uni-las com a espiritualidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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